Só pode ser brincadeira: Atualizando redes sociais no altar? Onde isso vai parar

Durante sua cerimônia de casamento, Dana Hanna sacou seu smartphone e além de atualizar seu status de relacionamento no facebook, mandou um tweet dizendo que agora era casado. Isso tudo no altar… no meio da cerimônia.

Não conheço estas pessoas e nem a história delas. Pode ser que eles tenham se conhecido pelo facebook ou algo assim, mas mesmo assim não consigo entender o motivo que leva duas pessoas a fazerem algo assim.

Existe uma linha tênue entre usar corretamente a rede social e isso… no mínio estranho.

Será que isso estava no Job Description?

Ao som de Blackeyed Peas, os funcionários da Microsoft Store em Mission Viejo – California – caíram na dança. Não sei se isso estava no Job Description, mas assistindo ao vídeo, quase temos a impressão de que estão todos totalmente engajados, motivados e quase gostando de estar ali, trabalhando. Se não fosse pela cara de dor e sofrimento de um dos vendedores (o mais gordinho) poderíamos até pensar que esta teria sido uma atitude dos próprios vendedores que em um momento de euforia sentiram vontade de requebrar.

Independente do motivo da dança, tenho que admitir que o resultado final – fazer clientes entrarem na loja e vender muuuuuito – foi positivo. Podemos ver que alguns clientes que passavam passeando pelo mall do shopping entraram na loja e entraram na dança. Ações como estas de venda por experiência se tornam cada vez mais frequentes nas lojas conceitos, inicialmente criadas pela Apple e agora implementadas também pela Microsoft.

São verdadeiros templos do consumo onde o destaque maior está para o produto, que se destaca nos espaços “clean” e amplos, onde a única coisa que pode ser percebido é o produto e o vendedor, sendo este último, peça chave nesta nova forma de vender. O vendedor deixa de ser simplesmente a pessoa que vai apresentar o produto ou “fechar” a venda. O produto já está lá, para quem quiser mexer – alguns ficam horas “experimentando” – e a venda deve ser tida como consequência e não como objetivo principal.

Sendo assim, o vendedor deve justamente captar clientes, além de tornar sua estadia nas lojas, algo único, diferente, pessoal e personalizado. Com certeza os clientes que entraram na dança vão lembrar da experiência que tiveram na Loja da Microsoft e mesmo que não compraram nada naquele momento, vão lembrar dos “vendedores bailarinos”, na hora da compra do Natal.

Espero que no Brasil as lojas comecem logo a prestar atenção nestes detalhes, pois assim quem sabe passaremos a ter atendimentos mais agradáveis.

Akinator, o gênio da internet

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Este é o objetivo de um site que com cruzamento de informações de um banco de dados bem completo, consegue por eliminação descobrir sempre a pessoa que você escolheu, se as informações passadas pelo usuário estiverem corretas, é claro.

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