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Powermat – Uma solução par os fios intermináveis

12 de abril de 2010

Não tem jeito. Junto com todos os gadgets de hoje em dia, os viciados em eletrônicos assim como eu, uma hora ou outra vão se deparar com um amontuado de fios enrolados, todos ligados em uma única e frágil tomada ou naquelas réguas que ficam cada vez mais presentes nas mesas e escritórios. Celular, mp3, smartphones, notbook, monitor, o telefone fixo sem fio, TV, DVD, Play 3 e outros apetrechos, cada um com sua fonte e necessariamente uma tomada ocupada.

Encontrei na net uma solução incrível para os fios e ainda uma forma de dar um toque hi-tech no escritório. O Powermat vem com adaptadores para quase todo tipo de aparelho e tem um visual futurístico animal! É só aproximar o aparelho do Powermat e ele faz o resto. Veja o vídeo explicativo:

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E o futuro do jornal é ser gratuito e analitico, diz pesquisa da Zogby

7 de dezembro de 2009

E o futuro do jornal?

Em maio do ano passado uma pesquisa feita pela Zogby afirmava que no futuro, os jornais seriam gratuitos e mais analíticos. Segundo a pesquisa, por conta da competição com a internet, os jornais vão provavelmente se tornar gratuitos e colocar mais ênfase em comentários e opinião.

Mais de 01 ano se passou e o que vemos? Todos os jornais ao redor do planeta estão perdendo espaço. O número de tiragem vem sendo reduzido drasticamente e fica cada vez mais difícil conseguir notícias de impacto em um meio de comunicação, que para o “time” da vida moderna que levamos, é lento. Para começar, existe um espaço de tempo entre o jornal ser “fechado” até que seja impresso e distribuído. Por mais elaborado que seja o plano logístico, todo este processo não consegue competir com a relativa facilidade de se publicar algo na internet.

Hoje temos incontáveis veículos de comunicação em rede que nos mantém informados em tempo real, com uma quantidade e velocidade de informações que chega a ser enlouquecedor. Outro marco tecnológico que vem contribuindo para uma mudança iminente no modelo de jornalismo é o crescimento do uso de smartphones. A típica sena do executivo que toma seu café da manhã lendo um jornal, ou que aproveita a ponte aérea para se atualizar, organizando aquele monte de cadernos em sua poltrona apertada está mudando. Hoje são os iphones, blackberry e outros que roubam a cena.

A internet é hoje muito mais rápida, barata e portátil. Os aparelhos, ferramentas que nos possibilita acessar a internet estão mais baratos e acessíveis. Se antigamente se dizia que o jornal nunca acabaria, pois as pessoas estão acostumadas com o papel e não com “telinhas coloridas”, hoje são se percebe que os novos leitores e usuários de tecnologias, estão cada vez mais familiarizados com as tais “telinhas” e em várias escolas pelo mundo o caderno foi substituído por notebooks, “surface” e outras tecnologias que alem de não desmatar, torna o aprendizado mais dinâmico e interessante.

As possibilidades tecnológicas são infinitas, bem como os impactos que os meios de comunicação tradicionais vão sofrer se não se adaptarem a esta nova realidade. Hoje vemos que o jornal ainda não é gratuito e nem puramente analítico, mas em poucos anos, se nada for feito, a chance de tudo isso acontecer é grande.

Isso vai acontecer? Se essa resposta dependesse apenas da tecnologia, com certeza o jornal se tornaria obsoleto. No entanto, o futuro do jornal depende muito mais dos jornalistas do que qualquer outra coisa. É preciso mudar, adaptar a forma de trabalho, o formato do veículo e as técnicas de distribuição, para que o jornal, como veículo de comunicação e informação continue atrativo.

Ou os jornalistas se atentam para isso ou duas coisas podem acontecer: o jornal vai sim, se tornar gratuito e analítico para não dizer obsoleto, ou os jornalistas vão ser substituídos por profissionais mais antenados nas novas formas de se comunicar na sociedade de rede.

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