O Maior Flash Mob do Mundo
25 de janeiro de 2010É inacreditável a força que a internet tem hoje em dia. Este é um exemplo claro disso.
Oprah programou um flash mob em Chicago para o seu programa. Contratou 20 dançarinos que ensaiaram uma coreografia da musica “I Gotta Feeling” – Blackeyed Peas. Até ai tudo bem, mas um dos dançarinos colocou um vídeo ensinando os passos na net e quase que imediatamente mais 800 fãs ensaiaram e se prontificaram a participar.
A apresentadora americana partiu feliz da vida para seu show, mas não sabia que o vídeo com a coreografia continuava rodando a net. Quando todos sobem ao palco se deparam com nada mais nada menos que 20.000 pessoas. Na verdade, mais de 20.000 pessoas viram o vídeo, se deram ao trabalho de ensaiar os passos e compareceram para gravar o que seria o maior flash mob do mundo.
No site da Oprah você confere o vídeo que rodou o mundo (link)
Abaixo você pode ver o resultado final.
Refletindo:
1º As redes sociais ganharam além de poder de penetração na sociedade, credibilidade, pois o que é espalhado na net motiva, impulsionar gera ação em massa nas pessoas. Seria mais ou menos o que a TV criou quando foi mostrada ao mundo em meados dos anos 20. Vejo que uma grande diferença está na intenção. Pelo menos até agora as redes sociais se mostraram mais direcionadas à ação enquanto a TV, quase sempre esteve mais voltada contra a ação.
2º A TV continua com tudo e não vai ser fácil (como muitos dizem) pra internet “desbancar” este domínio. Para quem não sabe, Oprah tem um programa de TV – The Oprah Winfrey Show – na rede americana ABC que atinge audiências assustadoras e com mais de 7 milhões de pessoas que a assistem todos os dias, vai criar em 2011 um canal próprio na TV a cabo.
Veja você, como as pessoas fazem qualquer coisa pra fazer parte disso. Foram mais de 20 mil pessoas dançando juntas, mobilizadas, motivadas e com um objetivo: estar na TV, fazer parte do programa de Oprah e de tudo que ele representa.
Acho que o papo de que a internet vai acabar com os meios convencionais de mídia serve mais para esquentar as conversas de butiquim do que qualquer outra coisa. O certo é integrar, complementar, somar sempre e não destruir ou eliminar. Pensem nisso.
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