Ronaldo, Neymar e Marco Luque
16 de dezembro de 2011Propaganda muito bem feita da Claro para os planos de navegação 3G+.
Roteiro perfeito, engraçado, informal e com pessoas importantes da mídia. Não tinha como ser diferente: sucesso!
Propaganda muito bem feita da Claro para os planos de navegação 3G+.
Roteiro perfeito, engraçado, informal e com pessoas importantes da mídia. Não tinha como ser diferente: sucesso!
Descubra quem já está tendo dor de cabeça depois do lançamento do iPad 2 nesta última quarta-feira.
Acesse o blog Mineiro no IT Web: http://www.itweb.com.br/blogs/blog.asp?cod=240
Nas vésperas do esperado anúncio da Apple sobre a 2ª geração do iPad (anunciado oficialmente para 02/03) a Motorola lança o Xoom. Ele é considerado por muitos como o primeiro Tablet suficientemente forte para competir com o avassalador Tablet da Apple.
O vídeo abaixo mostra a opinião de Walt Mossberg do WSJ sobre o Xoon e os principais pontos que o faz surgir como responsável pelo início da batalha dos Tablets.
Realmente existem pontos em que o Xoom supera o iPad: Melhor processador, melhor resolução, tela em um formato mais retangular para filmes em widescreen, a promessa (ainda não suporta) de suportar Flash, promessa de upgrade para rede 4G e o Xoom se vangloria por ser o primeiro a ter o sistema Android próprio para Tablet: o Android 3.0 Honeycome.
O que se paga por tudo isso? Preço a partir de $ 800 e uma bateria que dura apenas 7 horas aproximadamente. Sinceramente eu acho que até pra ser melhor você precisa saber em que. mais resolução em uma tela que já é perfeita, mais processador em um Tablet às custas de um valor de venda quase o dobro do inicial de um iPad??? Não vejo lógica nisso.
Arrisco dizer que o avanço tecnológico é sempre o fator final para que um meio de comunicação se torne forte ou não. Tome como exemplo o rádio. Quando foi lançado, os aparelhos receptores eram armários gigantescos e caros, no entanto com o avanço da tecnologia da época, tornou-se cada vez mais fácil ter um destes aparelhos, que ficaram cada vez mais baratos, menores e portáteis. Hoje se consegue um rádio nas lojas de R$ 1,99 e é por isso que o rádio é um meio de comunicação de massa com força tremenda.
Com a TV vimos a mesma coisa acontecer. No início, aparelhos caros, grandes e com péssima qualidade de imagem e som. Quem tinha TV em casa vivia com a casa cheia no horário nobre da GLOBO. Hoje temos aparelhos acessíveis, com qualidade primordial e opções infinitas de emissoras de conteúdo.
Estamos agora vivendo o mesmo com a internet. O computador que há pouco tempo atrás era luxo de poucos, fica cada vez mais acessível, mais potente e portátil. Os provedores de internet se multiplicam e os valores e qualidade do serviço estão aos poucos sendo equalizado com os padrões de uso de massa. A tendência é que este meio que hoje é tão badalado se torne cada vez mais forte e sem dúvida, se torne ainda mais fantástico do que já é.
No entanto, não concordo com algo que vem sendo constantemente dito por ai: a internet vai acabar com o jornal, ou com o papel, ou ainda com o rádio, anúncio em TV, etc.
Quando criaram o pod cast, disseram que o rádio já era. Com a chegada do tablet, dizem que o jornal está com os dias contados, o youtube e sites do gênero estariam tornando a publicidade na TV algo obsoleto. O smartphone vai acabar com outdoor… e por ai vai.
Certeza que muitos já ouviram coisas do tipo em conversas de butiquim, mas na minha opinião, vai demorar muito ainda até uma parcela considerável (para um meio de comunicação de massa) ter acesso à internet para se pensar em um meio tomar lugar de outro. Acho muito mais prudente, pensar nas mídias convergindo, para um objetivo comum que é a comunicação integrada.
Cada dia mais, vemos campanhas de comunicação que usam várias mídias diferentes para atingir o cliente de várias formas, criando uma identidade e gerando uma interação muito maior com a marca ou produto. Uma campanha no rádio que direciona para a web e ai envia um código para o celular que gera uma imagem em realidade aumentada ao ser apresentado na frente de uma webcam. Veja quantas mídias e tecnologia envolvidas. Esta ação é chamada de cross media.
As empresas que usam, recomendam e defendem a estratégia com unhas e dentes, alegando que só assim se consegue de fato atingir o cliente se destacando dos concorrentes. As que não usam dizem que é muito caro e algo que demanda planejamento muito detalhado que em alguns casos não viabiliza a ação, principalmente pelo fator tempo. Pessoalmente eu concordo com as que usam, pois acredito que é pela experiência, pelo envolvimento e pelo “incomum” que se faz com que uma mensagem seja passada de fato, gerando a ação pretendida.
No entanto, para os que ainda se vêem longe do “cross media 2.0″, soluções criativas e mais baratas, geram experiência e com certeza vão destacar seu produto. Vejam alguns exemplos de outdoors.
O importante é perceber que este post vai além de tentar mostrar se usar o cross media é certo ou errado, mas é de mostrar que a internet não deve ser vista como a mídia que vai engolir todas as outras, e sim ser tida como aliada no processo de comunicação integrada e na busca por destaque e relacionamento. Existe espaço para todos, só é preciso se adaptar e evoluir com o resto do mundo.
Incríveis mesas em formato de ipod desenvolvidas pelo artista italiano Mirko Ginepro para a “Semana do Design” em Milão. Os itables, como estão sendo chamados, podem ser adquiridos e personalizados via mail.
Enquanto as mega lojas de Discos fechavam as portas, as gravadoras perdiam milhões, os artistas tinham que dobrar a agenda de shows pois vender CD não dava dinheiro e tudo isso por conta da facilidade do download de músicas grátis pela internet, o então chamado de louco, Steve Jobs, lançava o ipod e junto com ele o itunes.
Ninguém, nem mesmo a Apple, poderia prever que em 05 anos, a loja virtual da maçã seria o maior portal de vendas de música pela internet, detendo mais de 68% de marketing share nos EUA, liderando um mercado que movimenta nada mais nada menos do que 18 bilhões de dólares todo ano. O fato é que com as parcerias entre Apple e as maiores gravadoras do mundo, Jobs não só salvou o mercado fonográfico, mas também ficou milionário com isso.
Logo em seguida foi a vez da venda de conteúdo para TV (vídeos, seriados, filmes, etc). Hoje o itunes ainda conta com: podcasts, apple store e audiobooks.
Segundo especulações, a Apple deve lançar seu esperado tablet até o final do mês. Dizem que o anúncio pode ocorrer no próximo dia 26, em San Francisco. A novidade se chamaria iSlate e custaria cerca de USD 800, mas, atenção, não deve chegar às lojas antes de março ou abril.
Se Steve for seguir a mesma linha, grandes parcerias devem surgir e pode ser a vez das revistas e jornais serem salvos pelo CEO da década. Junte um aparelho que torne a leitura muito mais agradável, conectado na web, com capacidade de armazenamento de vários livros e revistas em um peso mínimo e portátil. Some isso à marca Apple e ao itunes. Agora imagine se os maiores grupos de jornais e revistas vão querer investir e participar de tudo isso.
Ta parecendo mais um sucesso a lá Steve Jobs.
Na 1a metade de novembro, na Grande Sao Paulo, a taxa de TVs desligadas no horário nobre foi de 55%. outubro, 57%. setembro, 60%. Os números sao semelhantes, por todo o país. Ricardo Feltrin, na coluna Ooops, postou que “a justificativa nas emissoras é que, no calor, as pessoas preferem passear ao ar livre ou saborear um suco ou uma cervejinha”.
A verdade é que o IBOPE já vem há alum tempo, mostrando que algo mudou. Mas, o que?
Se pararmos para avaliar a história e evolução dos meios de comunicação de massa, podemos entender melhor as pistas que sempre nos mostra quando uma grande mudança vai acontecer com a forma de nos comunicar. Durante a Primeira Grande Guerra, surge a necessidade de ter informações sobre os ataques e ter notícias de paz. O Rádio surge neste momento como principal veículo de comunicação, transmitindo de forma simples, ondas que ultrapassavam fronteiras.
Naquele momento, a tecnologia teoricamente simples da transmissão em rádio frequência, somada a um momento de profundas transformações e conflitos sociais, cria o cenário perfeito para a proliferação deste importante meio de comunicação. com o fim da Guerra, o rádio já fazia parte do dia-a-dia da população e vieram então os programas de auditório e as novelas.
A tecnologia evoluiu em passos largos e só o som não bastava. Surge a tv, que logo de cara encanta o mundo, juntando imagem e som em uma “caixinha mágica”, capaz de prender a atenção de milhões de telespectadores, que passaram a receber as informações ali contidas sem questionar. Rapidamente as imagens ganharam cor, os televisores foram ficando mais baratos e hoje e hoje são mais de 60 milhões espalhados pelo Brasil.
Com tamanha força, foi natural o surgimento de grandes empresas que disputam ponto a ponto, o poder que este valioso meio de comunicação representa. Bilhões são movimentados anualmente com anúncios, cotas de transmissão, patrocínios e muito mais. Não existe dúvidas de que a tv é hoje o meio de comunicação de massa mais poderoso.
No entanto, a mesma tecnologia que tornou o rádio ˜coisa do passado˜e que transformou as tv’s de tubo em objeto de museu, agora esboça mais uma grande mudança: a internet.
Nos últimos anos, as maiores invenções e as maiores empresas estão relacionadas a ela: Google, Apple, Yahoo, Twitter, Facebook, Google Wave, Iphone dentre vários outros nomes, hoje são “febre” e podem ser encontrados para qualquer lado que se olhe. A facilidade de acesso e a mobilidade atual da internet faz com que as “telinhas” se tornem cada vez mais interessantes que a “luz azul que sai da tv“. Iphone, Ipod, Tablets, Smartphones, Netbooks dentre outros, surgem oferecendo quase tudo que a tv oferece e mais: interatividade, colaboração e personalização.
Na tv, somos obrigados a seguir uma programação definida, determinada. Nas nossas “telinhas” assistimos o que queremos, quando e como queremos. Não acredito que a “cervejinha” é a responsável pelo aumento do número de tv’s desligadas. Como se diz em Minas: o buraco é mais em baixo. Hoje é fácil ver nas mesas dos bares durante um happy ouer pessoas que verificam e-mail ou se comunicam pelas redes sociais atravez do seu telefone celular enquanto bebem uma cerveja. Ao contrário, nunca vi ninguém saindo para o bar com a sua tv de LCD de baixo do braço.
O problema não é a “cervejinha” ou o calor, mas sim o formato do meio. Se nada for feito, em breve a tecnologia vai deixar mais um “no passado”.